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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Como inverter palavras no "target" no MemoQ 4

A Kilgray implementou no MemoQ 4 um comando de que gosto muito no DéjàVu: a inversão de palavras no segmento traduzido, muitíssimo útil quando usada em conjunto com o recurso Autoassemble.

O atalho é o mesmo do DV: ctrl+shift+B para inverter com a palavra anterior e ctrl+shift+N para inverter com a palavra seguinte.

Experimente!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Webinars do MemoQ em fevereiro

Eu já tinha participado do webinar sobre o MemoQ 4 mas, depois do lançamento da atualização no dia primeiro de fevereiro, quero assistir a pelo menos mais um. Acho que vai ser proveitoso, depois de já ter tido tempo de fuçar um pouco.

O próximo webinar em inglês será dia 08/02, segunda-feira que vem, às 14 horas (horário de Brasília). A inscrição pode ser feita aqui.

Como o MemoQ também várias funções úteis para gerentes de projeto, vai haver um webinar específico no dia 16/02, às 13 horas (também horário de Brasília). Inscrições aqui.

Se for participar do webinar da Kilgray pela primeira vez, acesse o site antes para baixar e instalar o GoMeeting, plataforma que usam para as palestras. Funciona perfeitamente tanto em Mac quanto em Windows.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Arquivos do Trados no MemoQ

Ainda estou vendo como funciona o MemoQ novo (e, por enquanto, estou gostando bastante), mas aqui vai uma dica rápida que vale para as duas versões, 3.6 e 4.

A maioria das agências pede para que os arquivos sejam feitos no Trados e entregues "unclean". Mas quem não gosta da dupla infernal Trados/TagEditor (eu inclusive) pode traduzir normalmente no MemoQ e devolver para o cliente no formato pedido.

Para traduzir um arquivo do TagEditor no MemoQ, basta pré-segmentar os arquivos no Trados Workbench, pedindo para segmentar mesmo quando não houver match. Depois é só adicionar o arquivo ttx pré-segmentado ao MemoQ, traduzir normalmente e exportar com o comando "Export". O resultado é exatamente igual ao arquivo traduzido no TagEditor.
Vale lembrar que antes de mandar o arquivo para o cliente é sempre bom abri-lo no TagEditor e fazer uma verificação das tags. Geralmente não dá problema, mas é melhor prevenir que remediar (ou ouvir reclamação do cliente).

Se for um arquivo do Word (doc, docx ou rtf), não é preciso pré-segmentar. Importe diretamente no MemoQ e depois de traduzido use a opção "Export bilingual", marcando "TRADOS-compatible bilingual DOC" e desmarcando "Simple formatting". O arquivo terá a mesma formatação do arquivo original, mas com o texto segmentado no padrão Trados/Wordfast.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Webinar sobre Snowball

Acabei de receber email anunciando repeteco do webinar sobre o Snowball amanhã, 29 de janeiro. Confesso que fiquei perdidinha no webinar anterior, talvez por ainda não ter instalado nem fuçado no programa antes.

Segue cópia da mensagem:

Dear IOL webinar attendees,

A lot of you requested a repeat Snowball webinar, and I'm happy to report that I'll be holding what will hopefully be the first of many more such sessions, tomorrow, Friday Jan. 29th, at 9 am GMT (10:00 am CET). I know this is short notice, but I'm figuring since my own translation load has been just a bit less than overwhelming this week, the same may hold for some of you, too.

In this broadcast, I'll review the material from the IOL webinar in December for those who missed it or wish to review, and I'll try to answer some questions. Total run time will be about 60-90 minutes including questions.

I'm going to be holding this session on the UStream free broadcasting web site. You don't have to register with UStream to watch, but I'd encourage you to register for free because this will allow you to participate with your questions - as far as I can tell, you will not be allowed to participate in the chat if you are not a registered UStream user.

You can click on the link below to go to the webinar at any time, and you may see me there testing my broadcast setup beforehand, as this is all new to me:

http://www.ustream.tv/channel/snowball-translation-memory-webinar

Hope to "see" you tomorrow!

Regards,

Erich Hegenberger

Vou tentar assistir novamente, apesar do horário: 7 da manhã, horário de Brasília. Vi uma demonstração rápida na conferência da ATA e acho que talvez dê para aproveitar o Snowball junto com alguma outra CAT. A ver.


Atualização:

A gravação do webinar de hoje cedo (que eu perdi, por sinal) está no link acima.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

CAT tools

Quem me conhece sabe que gosto muito do Wordfast e detesto trabalhar com Trados/TagEditor. Trabalho, quando preciso, mas de forma alguma é de bom grado.

Nos últimos meses tenho testado alternativas para trabalhar em projetos que tenham formatos de arquivo diferentes de doc, principalmente ttx, que costumo receber e que geralmente precisam do TagEditor.

Testei primeiro o DVX, que se saiu muitíssimo bem com um arquivo de Excel que tinha nada menos que 162 guias. Sim, 162. E só com texto. Não sei por que ainda insistem em colocar texto em planilha de cálculo, mas isso não vem ao caso. O cliente manda, nós traduzimos.
O DVX também lidou bem com ttx, mas na re-exportação sempre deu algum erro. Acabei precisando exportar a memória para depois rodar no TagEditor - arrumando as tags de cada segmento. Processo às vezes trabalhoso, mas que o excelente glossário do DV compensa de longe. O problema da exportação do ttx traduzido deve ser algum detalhe de configuração que ainda não consegui acertar. Já procurei na página de suporte da Atril, mas ainda não achei o erro. Quando descobrir, posto aqui.

O suporte da Atril é rápido e eficiente. Prorrogaram, inclusive, minha licença de teste porque ela venceu no meio do projeto em ttx. Escrevi para eles, expliquei o problema, logo em seguida me mandaram um novo serial temporário.

Agora estou testando o MemoQ. Tem a maioria das vantagens do DVX, com exceção do autoassemble e do recurso de inversão de palavras. Parece que tem o assemble, mas ainda não consegui achar. Preciso de mais tempo.

No primeiro ttx que testei traduzir no MemoQ, tive na re-exportação o mesmo problema no DVX: o TagEditor depois não abria o arquivo e acusava erro de tag. Mas, ao contrário do outro, no MemoQ consegui resolver o problema copiando as tags com problema do segmento source e colando no target manualmente. Depois disso, exportei novamente e o TagEditor abriu como se tivesse sido traduzido nele.

Coincidentemente, três dias depois de instalar o MemoQ um cliente agência me pergunta se conheço a ferramenta. Agora estou trabalhando em um projeto com servidor online. O arquivo a ser traduzido, a memória e a base de terminologia (glossário) ficam no servidor do cliente. Mesmo assim, posso usar ao mesmo tempo minhas memórias e meus glossários pessoais, contanto que mantenha os dos cliente como principais. Até agora, tudo funcionando muito bem, muito mais rápido do que eu imaginei a princípio.

Tanto o DVX quanto o MemoQ trabalham em ambiente próprio, fora do Word. Isso, por um lado, causa uma estranheza inicial, mas por outro permite que trabalhemos com outros formatos de arquivo que não podem ser abertos no Word. Ainda não testei, mas já me disseram que ambos lidam muito bem com arquivos ppt, por exemplo.

Outra semelhança entre ambas as CATs é que agrupam todos os arquivos, trabalhando como se fossem um só. Mesmo que sejam 5 docs, 3 xls, 1 ppt e 2 ttx. A sopa de letrinhas vira um único arquivo em duas colunas: o original na coluna da esquerda e a tradução na da direita.

Preciso me decidir, agora, sobre qual dos dois comprar. Por enquanto estou pendendo para o MemoQ, por causa da promoção especial para usuários de Trados: 350 euros. Não é pouco, na verdade, mas vale a pena. Uma boa ferramenta CAT facilita demais nossa vida: aumenta a uniformidade da terminologia e, portanto, a qualidade do trabalho final, em menos tempo.

O tal projeto online tem me ocupado bem mais do que previ no início, mas assim que terminá-lo pretendo fazer uma análise mais detalhada do MemoQ. Não percam os próximos capítulos.