O Paypal já permitia transferir o saldo para o cartão de crédito, agora permite transferência para bancos no Brasil. Ainda não testei, mas a opção já está disponível na seção de saque (withdraw) do site.
Segundo o site, para saques acima de R$ 250,00 não é cobrada taxa de transferência. Abaixo deste valor, cobram R$ 3,00.
Mesmo que não usem o "câmbio cheio", ou seja, a cotação do dólar do dia, pode ser uma boa opção para receber de clientes do exterior.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
O celular como modem
Um dos motivos pelos quais migrei do Blackberry (EGDE) para o E71 (3G) foi a possibilidade de usar a conexão de dados do celular como backup da banda larga fixa ou como banda larga móvel em viagens.
Só que passei meses testando várias sugestões de configuração que achei na internet... e nada. Algumas até funcionavam, mas a conexão caía depois de alguns segundos. "Liga na Vivo", alguém vai sugerir. Experimente ligar em uma central de suporte dizendo que quer configurar o Mac... é de dar vontade de rir para não chorar. Já chegaram a me perguntar "Mas a senhora instalou o Mac no computador?".
Mais fácil procurar essas coisas por conta própria. Dá mais trabalho mas dá menos trabalho, se é que me entendem.
Até que, ontem, achei este blog com instruções passo-a-passo. Como minha operadora também é a Vivo, só precisei seguir tudinho à risca e pronto: já posso trabalhar onde quiser (e tiver cobertura 3G da Vivo).
Teoricamente, para as outras operadoras precisa alterar só APN, número do telefone, nome da conta e senha. Nada que uma ligadinha na central de atendimento não resolva.
Só que passei meses testando várias sugestões de configuração que achei na internet... e nada. Algumas até funcionavam, mas a conexão caía depois de alguns segundos. "Liga na Vivo", alguém vai sugerir. Experimente ligar em uma central de suporte dizendo que quer configurar o Mac... é de dar vontade de rir para não chorar. Já chegaram a me perguntar "Mas a senhora instalou o Mac no computador?".
Mais fácil procurar essas coisas por conta própria. Dá mais trabalho mas dá menos trabalho, se é que me entendem.
Até que, ontem, achei este blog com instruções passo-a-passo. Como minha operadora também é a Vivo, só precisei seguir tudinho à risca e pronto: já posso trabalhar onde quiser (e tiver cobertura 3G da Vivo).
Teoricamente, para as outras operadoras precisa alterar só APN, número do telefone, nome da conta e senha. Nada que uma ligadinha na central de atendimento não resolva.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Os números no MemoQ
Uma das grandes vantagens do Wordfast, a meu ver, é a possibilidade de considerar os números como "placeables": você não precisa digitar os números, só transferi-los do segmento original para a tradução. Facilita a vida e minimiza os erros.
Então, vamos lá.
Quando passei a usar mais o MemoQ senti muito a falta do mesmo recurso e resolvi fuçar para ver se achava algo parecido. Demorou um pouco, mas achei na própria base de conhecimento do MemoQ. São os chamados auto-translatables.
Então, vamos lá.
Para ensinar ao programa como deve tratar os números, vá para Tools > Options > Auto-translatables. Selecione o idioma de origem e o de destino (eu sempre uso English/Portuguese-Brazil).
Digite o formato original no campo de baixo, à esquerda, clique em Add, logo acima do campo, depois digite o formato convertido no campo da direita e clique no botão Add acima dele.
Por exemplo, para criar a regra que considera os números inteiros como "placeable" e os copia para o segmento traduzido sem modificá-los:
Digite (\d+) no campo de baixo, à esquerda, e clique no botão Add acima dele. Depois, digite $1 no campo da direita e clique no botão Add acima do campo.
Feito isto, sempre que aparecer um número inteiro no segmento de origem, 12345, por exemplo, o painel lateral do MemoQ, vai trazer, junto com as sugestões dos glossários e da TM, uma opção com 12345.
Faça a mesma coisa para os outros formatos, clique em Apply e voilà!
Você vai ter algo parecido com isto:

A tabela com os formatos está aqui:
Clique na imagem para ampliar, se for míope como eu.
Para alterar o padrão dessas formatações para um projeto específico, ou seja, incluir , alterar ou apagar alguma dessas regras, vá até o Project Manager com o projeto aberto, clique em Settings e, à direita, clique em Auto-Translatables. O que for alterado nesta janela vai valer apenas para esse projeto específico (repare no "Project auto-translatables" do nome da janela).

Você vai ter algo parecido com isto:

A tabela com os formatos está aqui:
Clique na imagem para ampliar, se for míope como eu.Para alterar o padrão dessas formatações para um projeto específico, ou seja, incluir , alterar ou apagar alguma dessas regras, vá até o Project Manager com o projeto aberto, clique em Settings e, à direita, clique em Auto-Translatables. O que for alterado nesta janela vai valer apenas para esse projeto específico (repare no "Project auto-translatables" do nome da janela).

Parece-me que também é possível converter unidades de medida (polegadas em centímetros, por exemplo), mas como uso muito pouco este recurso ainda não fui procurar como se faz.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Tradutores no Twitter
Assisti, na Conferência da ATA, a uma palestra de Corinne McKay, Eve Bodeux e Michael Wahlster sobre web 2.0. Eles falaram sobre a interatividade através de blogs, Twitter, Facebook e outros sites parecidos.
Apesar de não terem dito nenhuma novidade, foi bom ver que muita gente faz parte desse mundo cibernético e não fica mais isolado em casa ou no escritório.
Aproveitei, então, o recurso recém-lançado das listas do Twitter e criei uma lista "Tradução-Translation", onde reuni todos os tradutores e agências da minha rede de contatos.
Vale a pena também dar uma espiada nestas outras listas de tradutores no Twitter.
Apesar de não terem dito nenhuma novidade, foi bom ver que muita gente faz parte desse mundo cibernético e não fica mais isolado em casa ou no escritório.
Aproveitei, então, o recurso recém-lançado das listas do Twitter e criei uma lista "Tradução-Translation", onde reuni todos os tradutores e agências da minha rede de contatos.
Vale a pena também dar uma espiada nestas outras listas de tradutores no Twitter.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Atualização no corretor ortográfico do Office
A Microsoft acaba de lançar a atualização do corretor ortográfico do Office para seguir as novas regras do acordo ortográfico.
O pacote atualiza o corretor ortográfico, o corretor gramatical e o dicionário de sinônimos do Word 2007. As versões anteriores do Office (2000, 2003, XP) não vão ser atualizadas.
O artigo da Microsoft está bem explicadinho mas, apenas para reforçar, o Office precisa estar atualizado. O Windows Update mantém tudo atualizado. Se o Office não for em português é preciso ter o "Language Pack" de português, também atualizado.
Depois de tudo atualizado, basta baixar e instalar a atualização do corretor, que está aqui.
Quem usa as versões mais antigas do Office tem duas opções: migrar para o 2007 ou comprar um corretor externo - recomendo o Flip.
O pacote atualiza o corretor ortográfico, o corretor gramatical e o dicionário de sinônimos do Word 2007. As versões anteriores do Office (2000, 2003, XP) não vão ser atualizadas.
O artigo da Microsoft está bem explicadinho mas, apenas para reforçar, o Office precisa estar atualizado. O Windows Update mantém tudo atualizado. Se o Office não for em português é preciso ter o "Language Pack" de português, também atualizado.
Depois de tudo atualizado, basta baixar e instalar a atualização do corretor, que está aqui.
Quem usa as versões mais antigas do Office tem duas opções: migrar para o 2007 ou comprar um corretor externo - recomendo o Flip.
domingo, 4 de outubro de 2009
Onde fica o "insert" no teclado dos MacBooks?
O teclado do MacBook Pro que eu uso para trabalhar é simplesmente delicioso mas, como nada neste mundo é perfeito, tem também seus defeitos. E um deles, especialmente complicado para quem usa muito atalho de teclado como eu, é a falta da tecla "insert".
Eu já tinha percebido que devia existir uma combinação de teclas com o mesmo efeito, porque tinha ativado sem querer várias vezes. De repente, o texto começava a sobrescrever o que já estava lá e eu não conseguia reverter.
Finalmente descobri: ao menos no MacBook Pro, a tecla "insert" equivale a "fn + enter".
Usuários de outros modelos de MacBook, por favor digam o atalho também vale para seu computador.
Atualização
Desculpem a demora, mas passei alguns dias sem internet decente nem computador (ele vai bem, obrigada, eu estava viajando e não o levei para passear).
Ainda não sei por que motivo obscuro o atalho não funciona em alguns Macs, mas em todo caso achei outra possibilidade: Fn + M.
Atualização final (espero)
Finalmente descobri: alguns colegas não conseguiram usar os atalhos acima no Mac porque... eu esqueci de avisar que o atalho é para o Windows (via máquina virtual). Na verdade, não vejo necessidade da bendita tecla no Mac, mas acho que a maioria das ferramentas CAT, que usamos praticamente o tempo todo, usam o "insert" para acionar algum atalho.
Só agora me toquei deste pequeno mas importantíssimo detalhe. Desculpem a nossa falha, pessoal!
Eu já tinha percebido que devia existir uma combinação de teclas com o mesmo efeito, porque tinha ativado sem querer várias vezes. De repente, o texto começava a sobrescrever o que já estava lá e eu não conseguia reverter.
Finalmente descobri: ao menos no MacBook Pro, a tecla "insert" equivale a "fn + enter".
Usuários de outros modelos de MacBook, por favor digam o atalho também vale para seu computador.
Atualização
Desculpem a demora, mas passei alguns dias sem internet decente nem computador (ele vai bem, obrigada, eu estava viajando e não o levei para passear).
Ainda não sei por que motivo obscuro o atalho não funciona em alguns Macs, mas em todo caso achei outra possibilidade: Fn + M.
Atualização final (espero)
Finalmente descobri: alguns colegas não conseguiram usar os atalhos acima no Mac porque... eu esqueci de avisar que o atalho é para o Windows (via máquina virtual). Na verdade, não vejo necessidade da bendita tecla no Mac, mas acho que a maioria das ferramentas CAT, que usamos praticamente o tempo todo, usam o "insert" para acionar algum atalho.
Só agora me toquei deste pequeno mas importantíssimo detalhe. Desculpem a nossa falha, pessoal!
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Curso de Word básico/intermediário
Depois de algum tempo, sai do forno meu curso de Word.
O Word é, hoje, ferramenta indispensável para qualquer tradutor. Este curso ensinará recursos e atalhos de teclado geralmente pouco usados, mas que aumentam muito a produtividade e a qualidade do trabalho entregue.
Serão abordados, entre outros tópicos:
- Configuração de página
- Quebras de página e seção
- Formatação de fontes, tabelas. parágrafos e tabulações
- Cabeçalhos, rodapés e notas
- Autocorreção
- Símbolos
- Índices
- Ferramentas de revisão
A palestra será expositiva, mas laptops são bem-vindos para acompanhar a explicação.
Local: SBS, unidade Vila Mariana
Rua Madre Cabrini, 384 - Sobreloja
Data: 26/09, às 9:00
Confirmação de presença, valor e outras informações pelo e-mail val.tradutora@gmail.com. Os interessados devem informar a versão do Word que usam e se pretendem levar laptop.
O Word é, hoje, ferramenta indispensável para qualquer tradutor. Este curso ensinará recursos e atalhos de teclado geralmente pouco usados, mas que aumentam muito a produtividade e a qualidade do trabalho entregue.
Serão abordados, entre outros tópicos:
- Configuração de página
- Quebras de página e seção
- Formatação de fontes, tabelas. parágrafos e tabulações
- Cabeçalhos, rodapés e notas
- Autocorreção
- Símbolos
- Índices
- Ferramentas de revisão
A palestra será expositiva, mas laptops são bem-vindos para acompanhar a explicação.
Local: SBS, unidade Vila Mariana
Rua Madre Cabrini, 384 - Sobreloja
Data: 26/09, às 9:00
Confirmação de presença, valor e outras informações pelo e-mail val.tradutora@gmail.com. Os interessados devem informar a versão do Word que usam e se pretendem levar laptop.
Chamada de vídeo no celular
Eu já tinha colocado aqui os programas que uso no Nokia E71. Ontem descobri outro que também promete ser bastante útil: o Tivi. É semelhante ao Skype, tem chat, chamadas de áudio e uma coisinha a mais que faltava: chamada de vídeo. E, melhor ainda, gratuita.
Só é preciso acessar o site, se cadastrar, definir um nome de usuário, instalar o aplicativo no celular (ou no computador, apenas para Windows) e começar a usar.
No celular, ele importa toda a lista de contatos, já que faz ligações para telefones normais (essas pagas, como no Skype). Para falar com outro usuário do Tivi, basta escrever o nome no campo acima dos nomes da lista e selecionar o tipo de chamada (áudio, vídeo ou chat).
A chamada de vídeo funcionou muito bem entre dois E71, tanto usando wifi (Virtua 3 MB) quanto o 3G da Vivo.
Não sei como fica a qualidade em outros modelos, principalmente nos modelos sem a câmera frontal. O aplicativo para celular está disponível para aparelhos com sistema operacional Symbian e Windows Mobile.
Só é preciso acessar o site, se cadastrar, definir um nome de usuário, instalar o aplicativo no celular (ou no computador, apenas para Windows) e começar a usar.
No celular, ele importa toda a lista de contatos, já que faz ligações para telefones normais (essas pagas, como no Skype). Para falar com outro usuário do Tivi, basta escrever o nome no campo acima dos nomes da lista e selecionar o tipo de chamada (áudio, vídeo ou chat).
A chamada de vídeo funcionou muito bem entre dois E71, tanto usando wifi (Virtua 3 MB) quanto o 3G da Vivo.
Não sei como fica a qualidade em outros modelos, principalmente nos modelos sem a câmera frontal. O aplicativo para celular está disponível para aparelhos com sistema operacional Symbian e Windows Mobile.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Mais add-ons para o Firefox
A Ana Iaria, que gosta de fuçar novidades tanto quanto eu, me mandou essas dicas de add-ons de pesquisa para o Firefox:
#1 Searchalot - Pesquisa simultaneamente em mais de 100 mecanismos, incluindo Google, Yahoo, Bing, YouTube, Wikipedia, WikiHow, eHow, AOL Search, Amazon, eBay, Download.com, BBC, Softpedia, MySpace e Facebook
Goofram Search - Mostra pesquisa no Google e no Wolfram Alpha na mesma página, lado a lado
WikiBuddy - Pesquisa na Wikipedia, wikiHow, Wiktionary, WikiAnswers, Wikimedia, Wikinews, Wikibooks, Wikiquote, Wikiversity, Wikispecies, Wikisource, Wikitravel
Os três add-ons, quando instalados, ficam na barra de pesquisa do Firefox. No meu, estão junto com os outros mecanismos de pesquisa que já indiquei antes aqui. É só selecionar qual quer usar, digitar a palavra e pronto.
#1 Searchalot - Pesquisa simultaneamente em mais de 100 mecanismos, incluindo Google, Yahoo, Bing, YouTube, Wikipedia, WikiHow, eHow, AOL Search, Amazon, eBay, Download.com, BBC, Softpedia, MySpace e Facebook
Goofram Search - Mostra pesquisa no Google e no Wolfram Alpha na mesma página, lado a lado
WikiBuddy - Pesquisa na Wikipedia, wikiHow, Wiktionary, WikiAnswers, Wikimedia, Wikinews, Wikibooks, Wikiquote, Wikiversity, Wikispecies, Wikisource, Wikitravel
Os três add-ons, quando instalados, ficam na barra de pesquisa do Firefox. No meu, estão junto com os outros mecanismos de pesquisa que já indiquei antes aqui. É só selecionar qual quer usar, digitar a palavra e pronto.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
E quando o texto não chega como texto?
Em um mundo ideal todos os tradutores receberiam para traduzir apenas textos corridos em Word, sem muitas imagens nem formatações complicadas.
Infelizmente, a rotina da maioria de nós é bem diferente: os arquivos chegam nos formatos mais variados, isso quando chegam digitalizados. Muitos projetos ainda chegam às nossas mãos em papel.
E o que fazer nesses casos?
Quando o projeto chega em pdf, existem algumas alternativas para a extração do texto:
- Se o pdf for "editável", ou seja, o pdf foi gerado diretamente do programa que criou/editou o arquivo (Word, InDesign, PageMaker ou qualquer outro), o texto pode ser extraído com programas de OCR ou outros específicos, como o Solid Converter.
- Se for pdf de imagem (cliente escaneou um texto impresso e gerou o pdf, por exemplo), a única alternativa são os programas de OCR.
Eu, pessoalmente, não gosto de programas como o Solid Converter. Eles costumam extrair bem o texto em formato do Word, mantendo até mesmo a formatação original. Mas a diagramação é feita com caixas de texto, que não são nem um pouco amigáveis com as CAT Tools. Wordfast e Trados não trabalham bem com elas. MemoQ e Déjà Vu às vezes importam, às vezes não.
Tanto para os pdfs editáveis como para os de imagem eu prefiro usar os programas de OCR, normalmente Abby Fine Reader ou ReadIris, e exporto o texto como texto simples, sem formatação. Acho mais fácil redefinir uma formatação simples que ficar brigando com caixas e mais caixas de texto do Word.
Se o texto chegar em papel ou em arquivo de imagem (jpg, bmp, tif ou png, por exemplo), o destino é o mesmo: OCR. No caso do papel, scanner seguido de OCR; no caso das imagens apenas o OCR, lendo diretamente os arquivos.
Depois disso é só usar a CAT de sua preferência.
Às vezes, o cliente pede que o texto traduzido seja entregue também em pdf. Se a formatação for simples, é só imprimir ou salvar em pdf. Já falei sobre isso aqui. No caso de uma formatação complexa, a diagramação pode demorar mais que a tradução - e deve ser cobrada, obviamente.
É preciso atentar para esses detalhes quando combinar o preço total, para não ter prejuízo. Em nosso ramo, tempo é dinheiro.
Infelizmente, a rotina da maioria de nós é bem diferente: os arquivos chegam nos formatos mais variados, isso quando chegam digitalizados. Muitos projetos ainda chegam às nossas mãos em papel.
E o que fazer nesses casos?
Quando o projeto chega em pdf, existem algumas alternativas para a extração do texto:
- Se o pdf for "editável", ou seja, o pdf foi gerado diretamente do programa que criou/editou o arquivo (Word, InDesign, PageMaker ou qualquer outro), o texto pode ser extraído com programas de OCR ou outros específicos, como o Solid Converter.
- Se for pdf de imagem (cliente escaneou um texto impresso e gerou o pdf, por exemplo), a única alternativa são os programas de OCR.
Eu, pessoalmente, não gosto de programas como o Solid Converter. Eles costumam extrair bem o texto em formato do Word, mantendo até mesmo a formatação original. Mas a diagramação é feita com caixas de texto, que não são nem um pouco amigáveis com as CAT Tools. Wordfast e Trados não trabalham bem com elas. MemoQ e Déjà Vu às vezes importam, às vezes não.
Tanto para os pdfs editáveis como para os de imagem eu prefiro usar os programas de OCR, normalmente Abby Fine Reader ou ReadIris, e exporto o texto como texto simples, sem formatação. Acho mais fácil redefinir uma formatação simples que ficar brigando com caixas e mais caixas de texto do Word.
Se o texto chegar em papel ou em arquivo de imagem (jpg, bmp, tif ou png, por exemplo), o destino é o mesmo: OCR. No caso do papel, scanner seguido de OCR; no caso das imagens apenas o OCR, lendo diretamente os arquivos.
Depois disso é só usar a CAT de sua preferência.
Às vezes, o cliente pede que o texto traduzido seja entregue também em pdf. Se a formatação for simples, é só imprimir ou salvar em pdf. Já falei sobre isso aqui. No caso de uma formatação complexa, a diagramação pode demorar mais que a tradução - e deve ser cobrada, obviamente.
É preciso atentar para esses detalhes quando combinar o preço total, para não ter prejuízo. Em nosso ramo, tempo é dinheiro.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Edição de textos no E71
Ontem fiz um teste importante: edição de texto no Nokia E71.
Terminei uma tradução de manhã, enviei para o cliente e fiquei esperando a planilha do controle de qualidade, com as alterações que deveriam ser feitas no texto. Só que chegou a tarde e a planilha não vinha. E eu tinha uma aula que não podia perder, do outro lado da cidade.
Solução: copiei o arquivo bilíngue do Wordfast para o celular e, no intervalo da aula, fiz as alterações usando o Quickoffice (que vem pré-instalado) e devolvi o arquivo bilíngue para o cliente, conforme combinado.
Mas atenção: é preciso muito cuidado para não apagar nem alterar os delimitadores dos segmentos, que não vão estar protegidos como no Word.
A estratégia funcionou no caso deste cliente específico, que manda uma planilha com as alterações. Se enviasse o próprio arquivo do Word com as alterações no "track changes", ou se o projeto estivesse no MemoQ, por exemplo, não conseguiria alterar e devolver. Mas não deixa de ser uma alternativa viável para casos que exijam pouca digitação.
Terminei uma tradução de manhã, enviei para o cliente e fiquei esperando a planilha do controle de qualidade, com as alterações que deveriam ser feitas no texto. Só que chegou a tarde e a planilha não vinha. E eu tinha uma aula que não podia perder, do outro lado da cidade.
Solução: copiei o arquivo bilíngue do Wordfast para o celular e, no intervalo da aula, fiz as alterações usando o Quickoffice (que vem pré-instalado) e devolvi o arquivo bilíngue para o cliente, conforme combinado.
Mas atenção: é preciso muito cuidado para não apagar nem alterar os delimitadores dos segmentos, que não vão estar protegidos como no Word.
A estratégia funcionou no caso deste cliente específico, que manda uma planilha com as alterações. Se enviasse o próprio arquivo do Word com as alterações no "track changes", ou se o projeto estivesse no MemoQ, por exemplo, não conseguiria alterar e devolver. Mas não deixa de ser uma alternativa viável para casos que exijam pouca digitação.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Coleções de glossários e dicionários online
Esses dias tropecei em algumas páginas com vários links para glossários e dicionários, em vários idiomas e assuntos:
- Polyglot Blog
- Encyberpedia
- Language Automation
- Terminology Collection
- Medical Dictionary - YourDictionary.com
- YourDictionary.com - Grammar
Ainda não consegui acessar todos (quase nenhum, na verdade), mas pretendo colocar todos no Delicious nos próximos dias.
- Polyglot Blog
- Encyberpedia
- Language Automation
- Terminology Collection
- Medical Dictionary - YourDictionary.com
- YourDictionary.com - Grammar
Ainda não consegui acessar todos (quase nenhum, na verdade), mas pretendo colocar todos no Delicious nos próximos dias.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Fonte econômica e ecológica
Recebi hoje, pelo twitter, uma dica interessante: uma fonte que, segundo o desenvolvedor, economiza até 20% de tinta na impressão.
A ecofont é bastante parecida com o padrão arial mas, olhando de perto, tem "buracos", que é justamente o que causa a economia de tinta.
Talvez não fique bom em títulos, mas no corpo do texto praticamente não se percebe a diferença. Veja o teste que fiz:

Vale experimentar.
A ecofont é bastante parecida com o padrão arial mas, olhando de perto, tem "buracos", que é justamente o que causa a economia de tinta.
Talvez não fique bom em títulos, mas no corpo do texto praticamente não se percebe a diferença. Veja o teste que fiz:

Vale experimentar.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Blogs de tradutores
Atualizei a pasta "Tradução" do meu Google Reader. Agora são mais de 30 blogs de tradutores ou que falam sobre tradução. Se quiser ler, clique aqui.
Assim que conseguir um tempinho posto uma lista detalhada, com todos os links.
Assim que conseguir um tempinho posto uma lista detalhada, com todos os links.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Mais PDF
Já tinha comentado aqui sobre uma opção para gravar sites como pdf.
A dica de hoje é um add-in para o Office 2007, da própria Microsoft, que inclui uma opção "PDF ou XPS" ao menu "Salvar como" dos aplicativos do pacote. Testei no Word, no Excel e no Power Point, que são os que tenho instalados, e funcionaram muito bem.
Procurei no site da Microsoft, mas infelizmente não achei equivalente para as outras versões do Word.
A dica de hoje é um add-in para o Office 2007, da própria Microsoft, que inclui uma opção "PDF ou XPS" ao menu "Salvar como" dos aplicativos do pacote. Testei no Word, no Excel e no Power Point, que são os que tenho instalados, e funcionaram muito bem.
Procurei no site da Microsoft, mas infelizmente não achei equivalente para as outras versões do Word.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Revistas especializadas
Este site traz revistas especializadas em diferentes áreas, praticamente todas em inglês. Excelentes para nos mantermos atualizados com as novidades em nossas áreas de atuação.
Algumas só permitem assinatura (gratuita) para determinados países, geralmente EUA, Canadá e México, outras têm versão digital para download.
Algumas só permitem assinatura (gratuita) para determinados países, geralmente EUA, Canadá e México, outras têm versão digital para download.
domingo, 2 de agosto de 2009
O auto-assemble do MemoQ
Eu já falei sobre o MemoQ aqui, mas ainda não tinha achado o recurso de auto-assemble. Este recurso, que o DVX também tem, monta os segmentos a partir dos termos dos glossários e das memórias usados no projeto.
Para ativar no MemoQ é preciso entrar em Translation / Pre-translate e, em Lookup, marcar a opção Good Match ou Any Match. Com isso, fica ativada a opção "Perform fragment assembling", que era justamente o que eu estava querendo.
Com bons glossários, essa opção facilita muito o trabalho e poupa muita digitação. Ou seja, a produtividade aumenta.
Para ativar no MemoQ é preciso entrar em Translation / Pre-translate e, em Lookup, marcar a opção Good Match ou Any Match. Com isso, fica ativada a opção "Perform fragment assembling", que era justamente o que eu estava querendo.
Com bons glossários, essa opção facilita muito o trabalho e poupa muita digitação. Ou seja, a produtividade aumenta.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Conversão em pdf
Os sites da internet costumam ser muito dinâmicos e, muitas vezes, um bom glossário ou texto de referência sai do ar ou muda de endereço depois de algum tempo. Por isso costumo salvar glossários e artigos interessantes quando cruzo com um. Ter o texto no computador facilita até a consulta futura.
Uma boa opção para conversão de páginas da internet em PDF é o HTML-PDF-converter. É só colocar o URL da página que quer converter no campo "Input URL" e clicar em "Make PDF". Logo surge uma caixa de diálogo para salvar o PDF. Simples, rápido e indolor.
Você pode também clicar em "Our Service Tools" e depois arrastar o link "Save as PDF" para sua barra de favoritos. Assim, quando quiser transformar uma página em pdf só precisa clicar no link da barra de favoritos e a conversão começa.
Uma boa opção para conversão de páginas da internet em PDF é o HTML-PDF-converter. É só colocar o URL da página que quer converter no campo "Input URL" e clicar em "Make PDF". Logo surge uma caixa de diálogo para salvar o PDF. Simples, rápido e indolor.
Você pode também clicar em "Our Service Tools" e depois arrastar o link "Save as PDF" para sua barra de favoritos. Assim, quando quiser transformar uma página em pdf só precisa clicar no link da barra de favoritos e a conversão começa.
domingo, 26 de julho de 2009
Mobilidade
A tecnologia cada vez mais permite que nós, tradutores, possamos levar nosso escritório a qualquer lugar. Com um laptop e um modem 3G, por exemplo, podemos viajar sem precisar, necessariamente, parar de trabalhar. Um smartphone também pode resolver muita coisa: além do celular em si, permite ficar "online" com email e IM (mensagens instantâneas).
Eu costumava usar um Blackberry Pearl, que ainda considero muito bom. Troquei recentemente por um Nokia E71, unicamente porque queria conexão 3G, que poucos Blackberry suportam (sem contar que o plano de dados EDGE para o Blackberry é mais caro que o 3G que uso hoje).
Os aplicativos que tenho instalados no E71 são:
- Nokia Messaging: aplicativo de email da Nokia, com push. O recurso "push" faz com que os emails sejam enviados para o celular assim que chegam no servidor. Eu tenho um endereço de email do Gmail exclusivo para o celular. Encaminho as mensagens dos outros endereços de email (particular, de trabalho, de listas de discussão) para este, filtrando as mensagens que não me interessa receber no celular. Os emails das listas de discussão, por exemplo, eu só recebo se a mensagem estiver mencionando meu nome ou email. Assim recebo no celular só mensagens que considero relevantes e não consumo muito da franquia do plano de dados com mensagens inúteis.
- Fring: acessa sua conta de Skype, MSN, ICQ, Google Talk e vários outros IMs através da conexão 3G ou wifi. Permite, inclusive, chamadas de voz do Skype com qualidade bem aceitável. Depende, obviamente, da qualidade da conexão no local. Funciona em iPhone e smartphones com sistema operacional Symbian.
- Twibble: aplicativo para Twitter. Testei outros, mas este me pareceu o mais prático para se usar. Para todos os celulares com Java.
- Google Maps: versão móvel do Google Maps, com as mesmas funcões da versão desktop. Se for usado em conjunto com GPS (caso o smartphone tenha o recurso instalado), a precisão é de 20 metros. Sem o GPS, em torno de 600 metros. Mesmo assim, é muitíssimo útil. Versões para todos os smartphones.
- Mobipocket Reader: Leitor de ebooks. Muitos ebooks gratuitos para downloads, ainda mais para compra, além da opção de converter docs ou pdfs para leitura no celular. Para as conversões, precisa do aplicativo desktop (só para Windows). Disponível para todos os smartphones.
- Upvise: aplicativo que reúne agregador de feeds rss, lista de compras, gerenciador de contatos e de anotações. Como os dados ficam armazenados no servidor deles e eu sou assumidamente paranoica com segurança e privacidade, uso só a lista de compras - que é excelente. Versões para todos os smartphones.
- Nokia Contacts: IM da Nokia, no mesmo estilo do Blackberry Messenger.
- Wefi: aplicativo que verifica as redes wifi ativas no local. Informa se são abertas ou se precisam de senha e, se desejado, se conecta. Para Windows Mobile, Symbian e Android.
Existem vários outros aplicativos para Symbian no site da Nokia e em vários outros sites espalhados por aí. Um que me disseram ser confiável e que tem MUITA coisa, para todos os gostos e necessidades, é o GetJar.
O E71 vem com o QuickOffice instalado para abrir, criar e editar planilhas, apresentações e documentos de texto. O Adobe Reader e um compactador/descompactador de arquivos também vêm pré-instalados. Assim, teoricamente, o smartphone poderia ser usado até para traduzir arquivos pré-segmentados no Trados ou Wordfast, por exemplo. Digo teoricamente, para algum caso de emergência ou alteração pequena, porque trabalhar em tela e teclado minúsculos não é exatamente a opção mais confortável disponível.
Uma possibilidade que ainda não explorei como deveria é usar o smartphone como modem 3G para o laptop. Aparentemente o Nokia PC Suite, que vem com o celular, tem esta função. Como uso principalmente o Mac, não consigo usar desta forma. Vou testar em um laptop com Windows XP nos próximos dias, além de procurar uma opção para o Mac. Sei que existe, mas ainda não fui atrás. Também está na lista de coisas a fazer no futuro próximo, porque vai ser uma "conexão backup", caso minha conexão principal tenha algum problema. Este foi, aliás, um dos motivos que me fez trocar para o 3G.
Por ora chega, porque este post já está maior do que eu imaginava. Volto ao assunto quando descobrir alguma novidade ou conseguir ativar o smartphone-modem.
Eu costumava usar um Blackberry Pearl, que ainda considero muito bom. Troquei recentemente por um Nokia E71, unicamente porque queria conexão 3G, que poucos Blackberry suportam (sem contar que o plano de dados EDGE para o Blackberry é mais caro que o 3G que uso hoje).
Os aplicativos que tenho instalados no E71 são:
- Nokia Messaging: aplicativo de email da Nokia, com push. O recurso "push" faz com que os emails sejam enviados para o celular assim que chegam no servidor. Eu tenho um endereço de email do Gmail exclusivo para o celular. Encaminho as mensagens dos outros endereços de email (particular, de trabalho, de listas de discussão) para este, filtrando as mensagens que não me interessa receber no celular. Os emails das listas de discussão, por exemplo, eu só recebo se a mensagem estiver mencionando meu nome ou email. Assim recebo no celular só mensagens que considero relevantes e não consumo muito da franquia do plano de dados com mensagens inúteis.
- Fring: acessa sua conta de Skype, MSN, ICQ, Google Talk e vários outros IMs através da conexão 3G ou wifi. Permite, inclusive, chamadas de voz do Skype com qualidade bem aceitável. Depende, obviamente, da qualidade da conexão no local. Funciona em iPhone e smartphones com sistema operacional Symbian.
- Twibble: aplicativo para Twitter. Testei outros, mas este me pareceu o mais prático para se usar. Para todos os celulares com Java.
- Google Maps: versão móvel do Google Maps, com as mesmas funcões da versão desktop. Se for usado em conjunto com GPS (caso o smartphone tenha o recurso instalado), a precisão é de 20 metros. Sem o GPS, em torno de 600 metros. Mesmo assim, é muitíssimo útil. Versões para todos os smartphones.
- Mobipocket Reader: Leitor de ebooks. Muitos ebooks gratuitos para downloads, ainda mais para compra, além da opção de converter docs ou pdfs para leitura no celular. Para as conversões, precisa do aplicativo desktop (só para Windows). Disponível para todos os smartphones.
- Upvise: aplicativo que reúne agregador de feeds rss, lista de compras, gerenciador de contatos e de anotações. Como os dados ficam armazenados no servidor deles e eu sou assumidamente paranoica com segurança e privacidade, uso só a lista de compras - que é excelente. Versões para todos os smartphones.
- Nokia Contacts: IM da Nokia, no mesmo estilo do Blackberry Messenger.
- Wefi: aplicativo que verifica as redes wifi ativas no local. Informa se são abertas ou se precisam de senha e, se desejado, se conecta. Para Windows Mobile, Symbian e Android.
Existem vários outros aplicativos para Symbian no site da Nokia e em vários outros sites espalhados por aí. Um que me disseram ser confiável e que tem MUITA coisa, para todos os gostos e necessidades, é o GetJar.
O E71 vem com o QuickOffice instalado para abrir, criar e editar planilhas, apresentações e documentos de texto. O Adobe Reader e um compactador/descompactador de arquivos também vêm pré-instalados. Assim, teoricamente, o smartphone poderia ser usado até para traduzir arquivos pré-segmentados no Trados ou Wordfast, por exemplo. Digo teoricamente, para algum caso de emergência ou alteração pequena, porque trabalhar em tela e teclado minúsculos não é exatamente a opção mais confortável disponível.
Uma possibilidade que ainda não explorei como deveria é usar o smartphone como modem 3G para o laptop. Aparentemente o Nokia PC Suite, que vem com o celular, tem esta função. Como uso principalmente o Mac, não consigo usar desta forma. Vou testar em um laptop com Windows XP nos próximos dias, além de procurar uma opção para o Mac. Sei que existe, mas ainda não fui atrás. Também está na lista de coisas a fazer no futuro próximo, porque vai ser uma "conexão backup", caso minha conexão principal tenha algum problema. Este foi, aliás, um dos motivos que me fez trocar para o 3G.
Por ora chega, porque este post já está maior do que eu imaginava. Volto ao assunto quando descobrir alguma novidade ou conseguir ativar o smartphone-modem.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
CAT tools
Quem me conhece sabe que gosto muito do Wordfast e detesto trabalhar com Trados/TagEditor. Trabalho, quando preciso, mas de forma alguma é de bom grado.
Nos últimos meses tenho testado alternativas para trabalhar em projetos que tenham formatos de arquivo diferentes de doc, principalmente ttx, que costumo receber e que geralmente precisam do TagEditor.
Testei primeiro o DVX, que se saiu muitíssimo bem com um arquivo de Excel que tinha nada menos que 162 guias. Sim, 162. E só com texto. Não sei por que ainda insistem em colocar texto em planilha de cálculo, mas isso não vem ao caso. O cliente manda, nós traduzimos.
O DVX também lidou bem com ttx, mas na re-exportação sempre deu algum erro. Acabei precisando exportar a memória para depois rodar no TagEditor - arrumando as tags de cada segmento. Processo às vezes trabalhoso, mas que o excelente glossário do DV compensa de longe. O problema da exportação do ttx traduzido deve ser algum detalhe de configuração que ainda não consegui acertar. Já procurei na página de suporte da Atril, mas ainda não achei o erro. Quando descobrir, posto aqui.
O suporte da Atril é rápido e eficiente. Prorrogaram, inclusive, minha licença de teste porque ela venceu no meio do projeto em ttx. Escrevi para eles, expliquei o problema, logo em seguida me mandaram um novo serial temporário.
Agora estou testando o MemoQ. Tem a maioria das vantagens do DVX, com exceção do autoassemble e do recurso de inversão de palavras. Parece que tem o assemble, mas ainda não consegui achar. Preciso de mais tempo.
No primeiro ttx que testei traduzir no MemoQ, tive na re-exportação o mesmo problema no DVX: o TagEditor depois não abria o arquivo e acusava erro de tag. Mas, ao contrário do outro, no MemoQ consegui resolver o problema copiando as tags com problema do segmento source e colando no target manualmente. Depois disso, exportei novamente e o TagEditor abriu como se tivesse sido traduzido nele.
Coincidentemente, três dias depois de instalar o MemoQ um cliente agência me pergunta se conheço a ferramenta. Agora estou trabalhando em um projeto com servidor online. O arquivo a ser traduzido, a memória e a base de terminologia (glossário) ficam no servidor do cliente. Mesmo assim, posso usar ao mesmo tempo minhas memórias e meus glossários pessoais, contanto que mantenha os dos cliente como principais. Até agora, tudo funcionando muito bem, muito mais rápido do que eu imaginei a princípio.
Tanto o DVX quanto o MemoQ trabalham em ambiente próprio, fora do Word. Isso, por um lado, causa uma estranheza inicial, mas por outro permite que trabalhemos com outros formatos de arquivo que não podem ser abertos no Word. Ainda não testei, mas já me disseram que ambos lidam muito bem com arquivos ppt, por exemplo.
Outra semelhança entre ambas as CATs é que agrupam todos os arquivos, trabalhando como se fossem um só. Mesmo que sejam 5 docs, 3 xls, 1 ppt e 2 ttx. A sopa de letrinhas vira um único arquivo em duas colunas: o original na coluna da esquerda e a tradução na da direita.
Preciso me decidir, agora, sobre qual dos dois comprar. Por enquanto estou pendendo para o MemoQ, por causa da promoção especial para usuários de Trados: 350 euros. Não é pouco, na verdade, mas vale a pena. Uma boa ferramenta CAT facilita demais nossa vida: aumenta a uniformidade da terminologia e, portanto, a qualidade do trabalho final, em menos tempo.
O tal projeto online tem me ocupado bem mais do que previ no início, mas assim que terminá-lo pretendo fazer uma análise mais detalhada do MemoQ. Não percam os próximos capítulos.
Nos últimos meses tenho testado alternativas para trabalhar em projetos que tenham formatos de arquivo diferentes de doc, principalmente ttx, que costumo receber e que geralmente precisam do TagEditor.
Testei primeiro o DVX, que se saiu muitíssimo bem com um arquivo de Excel que tinha nada menos que 162 guias. Sim, 162. E só com texto. Não sei por que ainda insistem em colocar texto em planilha de cálculo, mas isso não vem ao caso. O cliente manda, nós traduzimos.
O DVX também lidou bem com ttx, mas na re-exportação sempre deu algum erro. Acabei precisando exportar a memória para depois rodar no TagEditor - arrumando as tags de cada segmento. Processo às vezes trabalhoso, mas que o excelente glossário do DV compensa de longe. O problema da exportação do ttx traduzido deve ser algum detalhe de configuração que ainda não consegui acertar. Já procurei na página de suporte da Atril, mas ainda não achei o erro. Quando descobrir, posto aqui.
O suporte da Atril é rápido e eficiente. Prorrogaram, inclusive, minha licença de teste porque ela venceu no meio do projeto em ttx. Escrevi para eles, expliquei o problema, logo em seguida me mandaram um novo serial temporário.
Agora estou testando o MemoQ. Tem a maioria das vantagens do DVX, com exceção do autoassemble e do recurso de inversão de palavras. Parece que tem o assemble, mas ainda não consegui achar. Preciso de mais tempo.
No primeiro ttx que testei traduzir no MemoQ, tive na re-exportação o mesmo problema no DVX: o TagEditor depois não abria o arquivo e acusava erro de tag. Mas, ao contrário do outro, no MemoQ consegui resolver o problema copiando as tags com problema do segmento source e colando no target manualmente. Depois disso, exportei novamente e o TagEditor abriu como se tivesse sido traduzido nele.
Coincidentemente, três dias depois de instalar o MemoQ um cliente agência me pergunta se conheço a ferramenta. Agora estou trabalhando em um projeto com servidor online. O arquivo a ser traduzido, a memória e a base de terminologia (glossário) ficam no servidor do cliente. Mesmo assim, posso usar ao mesmo tempo minhas memórias e meus glossários pessoais, contanto que mantenha os dos cliente como principais. Até agora, tudo funcionando muito bem, muito mais rápido do que eu imaginei a princípio.
Tanto o DVX quanto o MemoQ trabalham em ambiente próprio, fora do Word. Isso, por um lado, causa uma estranheza inicial, mas por outro permite que trabalhemos com outros formatos de arquivo que não podem ser abertos no Word. Ainda não testei, mas já me disseram que ambos lidam muito bem com arquivos ppt, por exemplo.
Outra semelhança entre ambas as CATs é que agrupam todos os arquivos, trabalhando como se fossem um só. Mesmo que sejam 5 docs, 3 xls, 1 ppt e 2 ttx. A sopa de letrinhas vira um único arquivo em duas colunas: o original na coluna da esquerda e a tradução na da direita.
Preciso me decidir, agora, sobre qual dos dois comprar. Por enquanto estou pendendo para o MemoQ, por causa da promoção especial para usuários de Trados: 350 euros. Não é pouco, na verdade, mas vale a pena. Uma boa ferramenta CAT facilita demais nossa vida: aumenta a uniformidade da terminologia e, portanto, a qualidade do trabalho final, em menos tempo.
O tal projeto online tem me ocupado bem mais do que previ no início, mas assim que terminá-lo pretendo fazer uma análise mais detalhada do MemoQ. Não percam os próximos capítulos.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Serendipity
Esta semana o Danilo Nogueira me perguntou, no twitter, se eu conhecia o MacHack. Como trabalho em um Mac achei que fosse algo específico para ele e que não conhecia. Logo depois recebo o arquivo por email. Abro e descubro que já conhecia, sim, mas com outro nome.
Eu costumava usar o Serendipity há algum tempo, mas ele se perdeu em alguma formatação de computador. Agora está bem guardado no HD externo (além da cópia que ficou no gmail), porque realmente vale a pena.
O funcionamento é bem simples: é uma página HTML que, aberta no navegador, traz campos para pesquisa de terminologia em glossários e definições (em português, inglês, espanhol e francês), usando o Google.
Acho que a melhor maneira de não esquecer dele é colocá-lo na barra de links, assim fica visível o tempo todo. Para isso, é só abrir a página no navegador e depois arrastar da barra de endereços para a barra de links. Ou salvar como favorito, como preferir.
Se ficou interessado, baixe o arquivo aqui (está hospedado no Fidus Interpres, do colega Fabio Said). É um arquivo minúsculo (8 kB), mas que ajuda bastante.
Ah, sim, um detalhe: repare na terceira opção do menu em português. "Caiu na rede, é peixe" não tem mesmo a cara do tradutor desesperado quando não acha o que precisa?
Eu costumava usar o Serendipity há algum tempo, mas ele se perdeu em alguma formatação de computador. Agora está bem guardado no HD externo (além da cópia que ficou no gmail), porque realmente vale a pena.
O funcionamento é bem simples: é uma página HTML que, aberta no navegador, traz campos para pesquisa de terminologia em glossários e definições (em português, inglês, espanhol e francês), usando o Google.
Acho que a melhor maneira de não esquecer dele é colocá-lo na barra de links, assim fica visível o tempo todo. Para isso, é só abrir a página no navegador e depois arrastar da barra de endereços para a barra de links. Ou salvar como favorito, como preferir.
Se ficou interessado, baixe o arquivo aqui (está hospedado no Fidus Interpres, do colega Fabio Said). É um arquivo minúsculo (8 kB), mas que ajuda bastante.
Ah, sim, um detalhe: repare na terceira opção do menu em português. "Caiu na rede, é peixe" não tem mesmo a cara do tradutor desesperado quando não acha o que precisa?
sábado, 13 de junho de 2009
A questão do pagamento - ou da falta dele
Um assunto recorrente, em qualquer fórum de tradutores, é a falta de pagamento pelo cliente X ou Y. Pior, X e Y geralmente são figurinhas conhecidas, que vivem sendo mencionados como mau pagadores.
Isso me dá uma quase-certeza: boa parte dos tradutores têm talentos linguísticos, mas não comerciais.
Uma comparação simples são as lojas de varejo. Se eu for comprar alguma coisa a crédito, digamos, nas Casas Bahia, vou ter que preencher uma ficha de cadastro, com todos os meus dados. Preciso dar referências, nome do banco, cartão de crédito. O departamento de crédito vai confirmar as informações, verificar no Serasa se não sou inadimplente (vulgo "caloteira"), se tenho protesto na praça, enfim, vão levantar minha ficha completa para decidirem se vale a pena o risco de me venderem um produto a prazo.
Então por que eu, que tenho muitos menos cacife que as Casas Bahia para aguentar o baque de um calote, não faria a mesma coisa?
Na maioria dos casos o Serasa não resolve nosso problema, mas nós, tradutores, temos nossos métodos próprios de consulta ao crédito. Os principais são:
- Listas de pagamento do Yahoo (gratuitas): WPPF, pp_brasil
- Sites específicos de consulta a crédito para tradutores (pagos): TCR, Payment Practices
- BlueBoard do Proz (pago)
- Arquivos das listas de tradutores
À exceção do BlueBoard, que traz informações completas apenas para os membros pagantes do Proz, o investimento é ínfimo comparado à tranquilidade que proporciona. A TCR custa USD 12 ao ano, a Payment Practices, USD 20. AO ANO. Um único mau cliente que descartemos por informação dessas fontes já compensou o investimento, com muita folga.
Pesquisar os arquivos das listas de tradutores também costuma ajudar. É muito comum colegas reclamarem em público quando não são pagos, e as queixas ficam lá nos arquivos, registradas para a posteridade.
Aliás, é marcante a diferença de postura entre as queixas nas listas de tradutores e as informações nas listas de pagamento. As últimas costumam ser mais objetivas, demonstrando um comportamento muito mais profissional. Algo como "a empresa X me deve X patacas por um serviço entregue dia tal, com pagamento combinado para dia tal". Nas listas, o tom costuma ser mais na linha "Fulano da empresa ACME é um safado caloteiro, não me paga nem atende meus telefonemas". Podem estar dizendo exatamente a mesma coisa, mas chamar alguém de "safado caloteiro" certamente sujeita o denunciante a represálias, além de demonstrar pouco profissionalismo.
É também importante obter o máximo de informações que puder sobre o cliente: nome (ou razão social, no caso de agências), endereço, telefones, e-mail, nome do contato. Incrível o número de colegas que aceita serviço, principalmente terceirizados de outros tradutores, sem saber nada sobre o contratante além de um endereço de e-mail gratuito.
Quando a empresa está no Brasil até fica mais fácil receber, pode-se protestar a duplicata (presumindo-se que o tradutor emitiu uma nota fiscal) ou cobrar a justiça, mas e se a empresa estiver do outro lado do mundo?
É muito mais fácil, rápido e indolor se precaver antes de aceitar o serviço do que chorar e espernear sobre o leite derramado.
Isso me dá uma quase-certeza: boa parte dos tradutores têm talentos linguísticos, mas não comerciais.
Uma comparação simples são as lojas de varejo. Se eu for comprar alguma coisa a crédito, digamos, nas Casas Bahia, vou ter que preencher uma ficha de cadastro, com todos os meus dados. Preciso dar referências, nome do banco, cartão de crédito. O departamento de crédito vai confirmar as informações, verificar no Serasa se não sou inadimplente (vulgo "caloteira"), se tenho protesto na praça, enfim, vão levantar minha ficha completa para decidirem se vale a pena o risco de me venderem um produto a prazo.
Então por que eu, que tenho muitos menos cacife que as Casas Bahia para aguentar o baque de um calote, não faria a mesma coisa?
Na maioria dos casos o Serasa não resolve nosso problema, mas nós, tradutores, temos nossos métodos próprios de consulta ao crédito. Os principais são:
- Listas de pagamento do Yahoo (gratuitas): WPPF, pp_brasil
- Sites específicos de consulta a crédito para tradutores (pagos): TCR, Payment Practices
- BlueBoard do Proz (pago)
- Arquivos das listas de tradutores
À exceção do BlueBoard, que traz informações completas apenas para os membros pagantes do Proz, o investimento é ínfimo comparado à tranquilidade que proporciona. A TCR custa USD 12 ao ano, a Payment Practices, USD 20. AO ANO. Um único mau cliente que descartemos por informação dessas fontes já compensou o investimento, com muita folga.
Pesquisar os arquivos das listas de tradutores também costuma ajudar. É muito comum colegas reclamarem em público quando não são pagos, e as queixas ficam lá nos arquivos, registradas para a posteridade.
Aliás, é marcante a diferença de postura entre as queixas nas listas de tradutores e as informações nas listas de pagamento. As últimas costumam ser mais objetivas, demonstrando um comportamento muito mais profissional. Algo como "a empresa X me deve X patacas por um serviço entregue dia tal, com pagamento combinado para dia tal". Nas listas, o tom costuma ser mais na linha "Fulano da empresa ACME é um safado caloteiro, não me paga nem atende meus telefonemas". Podem estar dizendo exatamente a mesma coisa, mas chamar alguém de "safado caloteiro" certamente sujeita o denunciante a represálias, além de demonstrar pouco profissionalismo.
É também importante obter o máximo de informações que puder sobre o cliente: nome (ou razão social, no caso de agências), endereço, telefones, e-mail, nome do contato. Incrível o número de colegas que aceita serviço, principalmente terceirizados de outros tradutores, sem saber nada sobre o contratante além de um endereço de e-mail gratuito.
Quando a empresa está no Brasil até fica mais fácil receber, pode-se protestar a duplicata (presumindo-se que o tradutor emitiu uma nota fiscal) ou cobrar a justiça, mas e se a empresa estiver do outro lado do mundo?
É muito mais fácil, rápido e indolor se precaver antes de aceitar o serviço do que chorar e espernear sobre o leite derramado.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Wordnik, outro dicionário online
Acabo de saber, através do LifeHacker, sobre o Wordnik.
É um dicionário inglês-inglês online que, além da definição do termo (American Heritage Dictionary, Century Dictionary, Webster's Unabridged e WordNet), traz também exemplos de uso (inclusive no Twitter, com exemplos em tempo real), palavras relacionadas, pronúncia e estatística de frequência de uso ao longo do tempo.
Já está na caixa de pesquisa do meu Firefox.
É um dicionário inglês-inglês online que, além da definição do termo (American Heritage Dictionary, Century Dictionary, Webster's Unabridged e WordNet), traz também exemplos de uso (inclusive no Twitter, com exemplos em tempo real), palavras relacionadas, pronúncia e estatística de frequência de uso ao longo do tempo.
Já está na caixa de pesquisa do meu Firefox.
domingo, 7 de junho de 2009
Qabiria
Já tinha instalado a barra do Qabiria para Firefox há alguns dias, mas por diversos motivos só agora consegui fazê-la funcionar direito. Tinha gostado desde o começo, gostei muito mais depois que tudo começou a funcionar a contento.
Existe também uma versão para Internet Explorer, e ambas podem ser baixadas aqui.
A barra traz vários recursos extremamente úteis para nós, tradutores:
- busca em vários dicionários e sites de referência (Wikipedia, DeMauro, Merriam Webster, Duden, Acronym Finder, WordReference, Babylon)
- notícias atualizadas, revistas e publicações sobre tradução
- diversos utilitários (calculadora, rádio online, conversor de medidas e de moeda, previsão do tempo, calendário)
- acesso a sites sociais (Facebook, Twitter, Orkut, MySpace, LinkedIn)
- acesso aos sites de suporte das principais ferramentas CAT
Inicialmente os gadgets e utilitários não funcionavam aqui. Achei que era incompatibilidade com o Mac, mas também não funcionavam no meu Firefox do Windows. Analisando com mais atencão, descobri que a incompatibilidade era com o NoScript, que uso para bloquear a execução de Javascript e Flash nos dois Firefox.
Para tudo funcionar perfeitamente, precisei liberar no NoScript os seguintes sites: www.calculator-tab.com, www.labpixies.com, www.yahoo.com e www.qabiria.com.
Em resumo, acho que vale a pena instalar, mesmo se você não for tradutor.
Existe também uma versão para Internet Explorer, e ambas podem ser baixadas aqui.
A barra traz vários recursos extremamente úteis para nós, tradutores:
- busca em vários dicionários e sites de referência (Wikipedia, DeMauro, Merriam Webster, Duden, Acronym Finder, WordReference, Babylon)
- notícias atualizadas, revistas e publicações sobre tradução
- diversos utilitários (calculadora, rádio online, conversor de medidas e de moeda, previsão do tempo, calendário)
- acesso a sites sociais (Facebook, Twitter, Orkut, MySpace, LinkedIn)
- acesso aos sites de suporte das principais ferramentas CAT
Inicialmente os gadgets e utilitários não funcionavam aqui. Achei que era incompatibilidade com o Mac, mas também não funcionavam no meu Firefox do Windows. Analisando com mais atencão, descobri que a incompatibilidade era com o NoScript, que uso para bloquear a execução de Javascript e Flash nos dois Firefox.
Para tudo funcionar perfeitamente, precisei liberar no NoScript os seguintes sites: www.calculator-tab.com, www.labpixies.com, www.yahoo.com e www.qabiria.com.
Em resumo, acho que vale a pena instalar, mesmo se você não for tradutor.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Novos recursos do Google
O Google anunciou, ontem, novos recursos para refinamento das buscas. Ainda não está disponível no Google Brasil, mas não deve demorar muito. Até lá, usamos o google.com ou o google.co.uk.
Vou usar, aqui, o mesmo exemplo que usaram na apresentação, o telescópio Hubble, por causa da variedade de material disponível. Para ver as novas opções, clique em "Show options...", acima dos resultados da busca.
O que você vai ver é:

Na coluna da esquerda, agora aparecem opções para:
- Tipo de conteúdo: vídeos, fóruns de discussão e análises (artigos, Wikipedia, etc.)
- Filtro cronológico: você pode restringir para resultados recentes, das últimas 24 horas, última semana ou último ano
- Resultados padrão, com a opção de ver as imagens de cada página (mais ou menos uma mistura com o Google Imagens)
- Tipo de visualização: padrão, buscas relacionadas, wonder wheel (com a separação dos assuntos, dentro de sua busca) e timeline (traz os resultados em ordem cronológica).
Acho que para nós, tradutores, as opções de restrição por data, visualização das imagens da página e wonder wheel são as mais interessantes.
Restringir os resultados por data pode ser extremamente útil quando pesquisamos terminologia recente, por exemplo. A busca cronológica talvez seja útil para tradutores que lidem com textos antigos, para saber quando determinado termo começou a ser usado, ou para pesquisas históricas.
Eu, particularmente, gostei muito da wonder wheel (além de estar curiosa para saber como ficará o nome em português). No mesmo exemplo do Hubble, a "roda" inicial era:

Depois de selecionar os papéis de parede, mandei restringir aos papéis de parede da Nasa:

Observe que à direita já aparecem os resultados, inclusive com imagens.
Sim, eu sei que muito disso tudo já podia ser feito antes, com as opções avançadas. Mas a diferença, agora, é que ficou mais intuitivo e fácil de visualizar.
O ruim (sim, quase tudo tem um lado negativo, infelizmente) é que agora também ficou muito mais fácil se distrair em meio a tanta informação, imagens e vídeos.
Vou usar, aqui, o mesmo exemplo que usaram na apresentação, o telescópio Hubble, por causa da variedade de material disponível. Para ver as novas opções, clique em "Show options...", acima dos resultados da busca.
O que você vai ver é:

Na coluna da esquerda, agora aparecem opções para:
- Tipo de conteúdo: vídeos, fóruns de discussão e análises (artigos, Wikipedia, etc.)
- Filtro cronológico: você pode restringir para resultados recentes, das últimas 24 horas, última semana ou último ano
- Resultados padrão, com a opção de ver as imagens de cada página (mais ou menos uma mistura com o Google Imagens)
- Tipo de visualização: padrão, buscas relacionadas, wonder wheel (com a separação dos assuntos, dentro de sua busca) e timeline (traz os resultados em ordem cronológica).
Acho que para nós, tradutores, as opções de restrição por data, visualização das imagens da página e wonder wheel são as mais interessantes.
Restringir os resultados por data pode ser extremamente útil quando pesquisamos terminologia recente, por exemplo. A busca cronológica talvez seja útil para tradutores que lidem com textos antigos, para saber quando determinado termo começou a ser usado, ou para pesquisas históricas.
Eu, particularmente, gostei muito da wonder wheel (além de estar curiosa para saber como ficará o nome em português). No mesmo exemplo do Hubble, a "roda" inicial era:

Depois de selecionar os papéis de parede, mandei restringir aos papéis de parede da Nasa:

Observe que à direita já aparecem os resultados, inclusive com imagens.
Sim, eu sei que muito disso tudo já podia ser feito antes, com as opções avançadas. Mas a diferença, agora, é que ficou mais intuitivo e fácil de visualizar.
O ruim (sim, quase tudo tem um lado negativo, infelizmente) é que agora também ficou muito mais fácil se distrair em meio a tanta informação, imagens e vídeos.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Memória de tradução x tradução automática
Sábado, na Reunião na Sala 7, o Danilo Nogueira falou sobre tecnologias que podem ajudar o tradutor. A idéia surgiu da reportagem da revista Época que, coincidentemente (ou não), tinha o mesmo assunto da reportagem da Valor Econômico de janeiro.
Alguns colegas presentes na palestra pediram, em particular, que eu escrevesse sobre o uso da tradução automática em conjunto com os programas de memória de tradução, mais especificamente o Wordfast. Hoje, descobri que a Carol Alfaro já falou sobre isso semana passada. O artigo dela vale a pena ser lido: Novas tecnologias em discussão.
Alguns colegas presentes na palestra pediram, em particular, que eu escrevesse sobre o uso da tradução automática em conjunto com os programas de memória de tradução, mais especificamente o Wordfast. Hoje, descobri que a Carol Alfaro já falou sobre isso semana passada. O artigo dela vale a pena ser lido: Novas tecnologias em discussão.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Delicious
Passei alguns dias sem escrever no blog por causa do excesso de trabalho, mas não quero deixar isso aqui parado por muito tempo.
A dica de hoje é um site muito bom para guardar bookmarks (links favoritos): o Delicious. Serve tanto como backup dos favoritos do seu navegador quanto para acesso remoto a partir de qalquer outro computador, ou mesmo do celular.
A organização é através de tags, permitindo usar mais de uma tag para cada link (mais eficiente que a classificação por pastas, típica dos navegadores). O campo de busca do site pesquisa também nos favoritos de outros usuários, depois pergunta se você quer incluir nos seus. Você pode ainda criar uma rede de contatos e compartilhar links interessantes com eles, além de decidir caso a caso se quer que os links sejam ou não compartilháveis.
Para usuários do Firefox, existe a extensão Delicious Bookmarks, que o integra ao Delicious.
E para os macqueiros, o add-on delimport inclui os links do Delicious nas pesquisas do Spotlight.
Os meus links no Delicious ainda estão bastante bagunçados, mas joguei lá (e por enquanto estão jogados mesmo, desculpem, mas tem faltado tempo para organizar) os glossários que fui encontrando pelos caminhos internéticos e os indicados por colegas. Só não garanto o funcionamento nem a qualidade de nenhum deles, alguns sequer acessei. Estão lá porque nunca se sabe o que o próximo projeto vai exigir...
A dica de hoje é um site muito bom para guardar bookmarks (links favoritos): o Delicious. Serve tanto como backup dos favoritos do seu navegador quanto para acesso remoto a partir de qalquer outro computador, ou mesmo do celular.
A organização é através de tags, permitindo usar mais de uma tag para cada link (mais eficiente que a classificação por pastas, típica dos navegadores). O campo de busca do site pesquisa também nos favoritos de outros usuários, depois pergunta se você quer incluir nos seus. Você pode ainda criar uma rede de contatos e compartilhar links interessantes com eles, além de decidir caso a caso se quer que os links sejam ou não compartilháveis.
Para usuários do Firefox, existe a extensão Delicious Bookmarks, que o integra ao Delicious.
E para os macqueiros, o add-on delimport inclui os links do Delicious nas pesquisas do Spotlight.
Os meus links no Delicious ainda estão bastante bagunçados, mas joguei lá (e por enquanto estão jogados mesmo, desculpem, mas tem faltado tempo para organizar) os glossários que fui encontrando pelos caminhos internéticos e os indicados por colegas. Só não garanto o funcionamento nem a qualidade de nenhum deles, alguns sequer acessei. Estão lá porque nunca se sabe o que o próximo projeto vai exigir...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Dicas para pesquisa avançada no Google
Tenho percebido, lendo as listas e fóruns de tradutores, que muitos colegas não usam os recursos avançados do Google. Alguns não usam nem os básicos, mas isso já é outro problema.
Os operadores avançados permitem filtrar os resultados, acelerando muito a pesquisa. E, nós sabemos bem, tempo é dinheiro.
Os que mais uso são:
AND (dispensável, na verdade, por ser o padrão de busca do Google)
Procura ambos os termos. Ex: arroz feijão (traz as páginas que tenham arroz E feijão)
OR
Procura qualquer um dos termos. Ex: arroz OR feijão (traz as páginas que tenham arroz OU feijão)
Aspas
Procura a expressão exata. Ex: “arroz com feijão”
- (exclusão)
Exclui da pesquisa os resultados com o termo que vem depois do sinal de menos. Ex: arroz -feijão (exclui dos resultados páginas com feijão)
+ (inclusão)
Pesquisa a grafia exata da palavra. Ex: feijão +carioquinha (exclui carioca, por exemplo, dos resultados)
- (hífen)
Pesquisa os termos na ordem indicada, estejam eles na mesma palavra, em palavras consecutivas ou hifenizados. Ex: fire-fight (traz resultados com firefight, fire fight e firefight)
* (curinga)
Útil para pesquisar collocations e expressões consagradas. Ex: arroz * feijão (os resultados serão páginas com “arroz e feijão”, “arroz com feijão”, “arroz sem feijão”)
define:
Busca definições e entradas em glossários. Ex: define:feijão
site:
Busca as ocorrências dentro de um site ou domínio específico. Ex: feijão site:cybercook.com.br, feijão site:.com
Uma outra alternativa, que às vezes dá bom resultado, é pesquisar o termo no idioma original, incluindo a área a que se refere, no idioma de destino (bean culinária, por exemplo). Repare que, neste exemplo, o resultado seria diferente se usasse o operador + para considerar apenas culinária, excluindo culinaria e cullinaria.
Pode-se também usar dicionário e/ou glossário junto com o termo desejado (ou glossary/dictionary, ou o equivalente no seu idioma de trabalho).
Se por acaso esqueci algum operador, ou se quiser sugerir alguma outra opção de pesquisa, deixe uma mensagem nos comentários. Aprender nunca é demais.
Um último lembrete: use sempre o bom senso para filtrar os resultados do Google e decidir o que usar. Nem sempre um termo está correto só porque "está no Google".
Os operadores avançados permitem filtrar os resultados, acelerando muito a pesquisa. E, nós sabemos bem, tempo é dinheiro.
Os que mais uso são:
AND (dispensável, na verdade, por ser o padrão de busca do Google)
Procura ambos os termos. Ex: arroz feijão (traz as páginas que tenham arroz E feijão)
OR
Procura qualquer um dos termos. Ex: arroz OR feijão (traz as páginas que tenham arroz OU feijão)
Aspas
Procura a expressão exata. Ex: “arroz com feijão”
- (exclusão)
Exclui da pesquisa os resultados com o termo que vem depois do sinal de menos. Ex: arroz -feijão (exclui dos resultados páginas com feijão)
+ (inclusão)
Pesquisa a grafia exata da palavra. Ex: feijão +carioquinha (exclui carioca, por exemplo, dos resultados)
- (hífen)
Pesquisa os termos na ordem indicada, estejam eles na mesma palavra, em palavras consecutivas ou hifenizados. Ex: fire-fight (traz resultados com firefight, fire fight e firefight)
* (curinga)
Útil para pesquisar collocations e expressões consagradas. Ex: arroz * feijão (os resultados serão páginas com “arroz e feijão”, “arroz com feijão”, “arroz sem feijão”)
define:
Busca definições e entradas em glossários. Ex: define:feijão
site:
Busca as ocorrências dentro de um site ou domínio específico. Ex: feijão site:cybercook.com.br, feijão site:.com
Uma outra alternativa, que às vezes dá bom resultado, é pesquisar o termo no idioma original, incluindo a área a que se refere, no idioma de destino (bean culinária, por exemplo). Repare que, neste exemplo, o resultado seria diferente se usasse o operador + para considerar apenas culinária, excluindo culinaria e cullinaria.
Pode-se também usar dicionário e/ou glossário junto com o termo desejado (ou glossary/dictionary, ou o equivalente no seu idioma de trabalho).
Se por acaso esqueci algum operador, ou se quiser sugerir alguma outra opção de pesquisa, deixe uma mensagem nos comentários. Aprender nunca é demais.
Um último lembrete: use sempre o bom senso para filtrar os resultados do Google e decidir o que usar. Nem sempre um termo está correto só porque "está no Google".
segunda-feira, 27 de abril de 2009
A importância do contexto
Hoje assisti à palestra da Lia Wyler, na USP. Mesmo não sendo tradutora literária, o tema me interessou: contexto.
Lia falou sobre o contexto histórico e geográfico do texto, além do contexto psicológico dos personagens, para encontrar termos que se encaixem nas falas e na narrativa sem causar estranheza nem distorção.
O mesmo princípio vale para a tradução técnica. É preciso saber de onde veio o texto, quem vai lê-lo, a qual a área se refere. Ela usou uma expressão que achei interessante: "visualizar o contexto". Se você não consegue visualizar, imaginar uma máquina qualquer mencionada no texto, como pode saber qual termo, dentre vários possíveis, usar para o nome da peça que está traduzindo?
A visualização, por outro lado, implica em conhecimento. É muito difícil imaginar um motor sem nunca ter visto um, mesmo que não "ao vivo". Da mesma forma, é difícil traduzir juridiquês sem conhecer os sistemas jurídicos dos dois países, de origem e de destino.
Tudo isso parece bastante óbvio quando dito desta maneira mas, se fosse mesmo assim tão simples, não precisaria ser repetido tantas vezes em palestras, aulas e fóruns de discussão, especialmente quando chegam pedidos de ajuda, muitas vezes (e muito mais vezes do que o ideal) sem o devido contexto.
Fiz outras anotações durante a palestra, mas elas vão virar outro post, mais completo.
E, fechando o post de hoje, a frase do colega Luís Henrique Kubota: "Sem contexto, não há texto."
Lia falou sobre o contexto histórico e geográfico do texto, além do contexto psicológico dos personagens, para encontrar termos que se encaixem nas falas e na narrativa sem causar estranheza nem distorção.
O mesmo princípio vale para a tradução técnica. É preciso saber de onde veio o texto, quem vai lê-lo, a qual a área se refere. Ela usou uma expressão que achei interessante: "visualizar o contexto". Se você não consegue visualizar, imaginar uma máquina qualquer mencionada no texto, como pode saber qual termo, dentre vários possíveis, usar para o nome da peça que está traduzindo?
A visualização, por outro lado, implica em conhecimento. É muito difícil imaginar um motor sem nunca ter visto um, mesmo que não "ao vivo". Da mesma forma, é difícil traduzir juridiquês sem conhecer os sistemas jurídicos dos dois países, de origem e de destino.
Tudo isso parece bastante óbvio quando dito desta maneira mas, se fosse mesmo assim tão simples, não precisaria ser repetido tantas vezes em palestras, aulas e fóruns de discussão, especialmente quando chegam pedidos de ajuda, muitas vezes (e muito mais vezes do que o ideal) sem o devido contexto.
Fiz outras anotações durante a palestra, mas elas vão virar outro post, mais completo.
E, fechando o post de hoje, a frase do colega Luís Henrique Kubota: "Sem contexto, não há texto."
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A pesquisa de livros do Google
O Google tem um recurso muito interessante, mas ainda pouco usado: a pesquisa em livros. Ele traz livros com visualização total, parcial ou sem visualização nenhuma do conteúdo, em todos os idiomas e sobre todos os assuntos.
E, tendo uma conta do iGoogle (um endereço do gmail resolve o problema), você pode também criar sua biblioteca, com os títulos que quiser. Para incluir livros à sua biblioteca "particular", clique no link "Adicionar à minha biblioteca", usando a "Visualização de lista".
Quando for pesquisar, pode optar por pesquisar em todos os livros do acervo ou só naqueles selecionados. Para isso, clique no link "Minha biblioteca", no alto da página, à direita.
Eu comecei a minha hoje. Para acessá-la, clique aqui.
E, tendo uma conta do iGoogle (um endereço do gmail resolve o problema), você pode também criar sua biblioteca, com os títulos que quiser. Para incluir livros à sua biblioteca "particular", clique no link "Adicionar à minha biblioteca", usando a "Visualização de lista".
Quando for pesquisar, pode optar por pesquisar em todos os livros do acervo ou só naqueles selecionados. Para isso, clique no link "Minha biblioteca", no alto da página, à direita.
Eu comecei a minha hoje. Para acessá-la, clique aqui.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Agradecimento
Agradeço do fundo do coração todas as felicitações que recebi através dos comentários, do twitter, do orkut e por email. Não imaginava que teria tantos acessos, logo no primeiro dia. Foi uma surpresa muito boa. Mas, agora, sinto o peso da responsabilidade: tenho que fazer o blog andar direito, porque tem muita gente olhando.
Prometo que vou me esforçar. Assunto, certamente, não falta.
Prometo que vou me esforçar. Assunto, certamente, não falta.
Babylon
Já faz tempo que desinstalei o Babylon do computador. De modo geral o Lingoes é melhor (além de ser gratuito), mas eu sentia falta dos glossários temáticos do Babylon, que às vezes lançam uma luz sobre aqueles termos esdrúxulos que caem no nosso colo e não sabemos nem por onde começar a procurar.
Pois eu acabei de descobrir, por acaso, que a busca online do Babylon inclui vários desses dicionários temáticos. Só não consegui descobrir como filtrar a busca, como no programa instalado. Existe a opção de dizer qual dicionário você quer, mas eu pessoalmente prefiro especificar o que eu não quero.
De qualquer forma, fica a dica: http://dicionario.babylon.com/
Você também pode incluí-lo na caixa de pesquisa do Firefox, usando a extensão Add to search bar. Depois de instalar a extensão e reiniciar o navegador, vá até o site do Babylon e clique com o botão direito dentro da caixa de pesquisa. Escolha "Add to search bar..." e confirme na janela pop-up que vai aparecer.
Pronto, seu Firefox agora pesquisa diretamente no Babylon (ou de qualquer outro site que quiser, na verdade).
Pois eu acabei de descobrir, por acaso, que a busca online do Babylon inclui vários desses dicionários temáticos. Só não consegui descobrir como filtrar a busca, como no programa instalado. Existe a opção de dizer qual dicionário você quer, mas eu pessoalmente prefiro especificar o que eu não quero.
De qualquer forma, fica a dica: http://dicionario.babylon.com/
Você também pode incluí-lo na caixa de pesquisa do Firefox, usando a extensão Add to search bar. Depois de instalar a extensão e reiniciar o navegador, vá até o site do Babylon e clique com o botão direito dentro da caixa de pesquisa. Escolha "Add to search bar..." e confirme na janela pop-up que vai aparecer.
Pronto, seu Firefox agora pesquisa diretamente no Babylon (ou de qualquer outro site que quiser, na verdade).
Corretores para o novo acordo ortográfico
O Pablo Cardellino, dono da comunidade Tradutores/Intérpretes-BR do Orkut, lançou um corretor ortográfico compatível com as novas regras de ortografia.
As informações e instruções para instalação estão aqui.
Por enquanto está funcionando apenas no Word 2003, mas o Pablo já está trabalhando nas outras versões.
Até a Microsoft lançar o corretor oficial, acho que esta é a única opção gratuita para os usuários do Word. Provavelmente vou testar a versão para Word 2000 antes de ser lançada, aviso aqui assim que estiver pronta.
Outra opção é o Flip, da Priberam. Não é gratuito, mas até agora valeu cada centavo. Funciona muito bem no Word, no TagEditor e no DVX. Não tive nenhum problema, mas colegas me disseram que o suporte deles também é rápido e eficiente.
As informações e instruções para instalação estão aqui.
Por enquanto está funcionando apenas no Word 2003, mas o Pablo já está trabalhando nas outras versões.
Até a Microsoft lançar o corretor oficial, acho que esta é a única opção gratuita para os usuários do Word. Provavelmente vou testar a versão para Word 2000 antes de ser lançada, aviso aqui assim que estiver pronta.
Outra opção é o Flip, da Priberam. Não é gratuito, mas até agora valeu cada centavo. Funciona muito bem no Word, no TagEditor e no DVX. Não tive nenhum problema, mas colegas me disseram que o suporte deles também é rápido e eficiente.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Inauguração
Seguindo o conselho dos amigos do Tradutor Profissional, resolvi finalmente começar este blog.
Pretendo reunir aqui idéias e links sobre a tradução e os tradutores. Assim, nada melhor que começar passando o endereço do meu Google Reader, onde guardo todos os blogs sobre tradução que vou encontrando pelos caminhos internéticos:
Google Reader
Espero que gostem do aperitivo e (principalmente) que eu consiga manter este cantinho tradutório sempre atualizado.
Pretendo reunir aqui idéias e links sobre a tradução e os tradutores. Assim, nada melhor que começar passando o endereço do meu Google Reader, onde guardo todos os blogs sobre tradução que vou encontrando pelos caminhos internéticos:
Google Reader
Espero que gostem do aperitivo e (principalmente) que eu consiga manter este cantinho tradutório sempre atualizado.